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Beleza imune a crises VAIDADE BARATA:

Sempre na moda, bijuterias garantem a existência de 3.500 empresas no país

















O ramo escolhido pelas jovens parece indiferente às crises econômicas. Mais do que modismo, brincos, colares e pulseiras têm sido artigos consumidos em todos os tempos e culturas.

'O mercado de bijuterias sempre existiu e vai existir, com ou sem crise, pela simples razão de que as consumidoras mantêm forte ligação emocional com as peças', analisa Vera Masi, diretora da Masi&Associados, que organiza uma das maiores feiras brasileiras do segmento, a Bijóias. 'Além disso, são produtos baratos e atraentes, mesmo com o aumento de custos no país.' O negócio não exige altos investimentos, nem máquinas, nem tecnologia sofisticada. Depende de criatividade e design. Movimenta milhões de dólares no Brasil. No caso das bijuterias montadas, aquelas feitas com materiais alternativos (tecidos, palha, pedras e vidros), as vendas anuais são de US$ 45 milhões. Já em relação às peças folheadas a prata ou ouro, também incluídas nesta categoria, os negócios somam US$ 55 milhões.


Empresas de semi joias que faturaram R$ 600 milhões em 2013, um aumento de 5% em relação ao ano anteriorSendo que 37% desta produção é proveniente do município de Limeira, conhecido como a “capital do folheado” no país.Tratando de joias folheadas, o Brasil ocupa o 27º lugar no ranking tanto de exportações como de importações mundiais

Os principais países de destino das exportações brasileiras são Argentina, Venezuela, Peru, Colômbia e Estados Unidos. Composição do Faturamento do setor de semi joias no Brasil Limeira 36,89% Outros 63,11%


O sucesso no ramo está ligado à capacidade do empresário em acompanhar a moda e explorar vários canais de vendas. 'Quem sai na frente nessa hora conquista os melhores negócios'.


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